Sarriá 82: o que faltou ao futebol-arte?
Mesmo não conquistando o título, o Brasil disputou, no Mundial da Espanha em 1982, uma das suas melhores Copas. Era uma geração de craques jamais superada de lá pra cá. Sua base era formada por craques do calibre de Falcão, Zico, Sócrates, Cerezo, Leandro, Júnior e Éder. E, mesmo assim, o time perdeu. Porém, da mesma forma que o próprio Brasil de Zizinho, em 1950; da Hungria de Puskas, em 1954; e da Holanda de Cruyff, em 1974, o time brasileiro ficou guardado no coração pelos amantes do futebol-arte. Nessa obra, o leitor poderá entender melhor, depois de 30 anos, porque isso aconteceu. Renato Zanata e Gustavo Roman mergulharam fundo nessa história para resgatar um dos momentos mais gloriosos do futebol brasileiro.