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Odir Cunha

Jornalista, historiador do Santos F.C., curador do Museu Pelé e escritor, autor de 22 livros, inclusive o "Dossiê unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959: o documento que resgatou a história do futebol brasileiro" (2011). Ganhou dois Prêmios Esso, em 1978 e 1979 e mais dois da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) em 1983, pelos programas “Balancê” e “Partido do Esporte” da Rádio Excelsior.

Textos

Jornalista, formado pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado, de São Paulo (SP), começou no Jornal da Tarde em 1977, onde trabalhou como repórter, redator, editor de esportes, editor do extinto Caderno de Domingo e crítico de TV. Ganhou dois Prêmios Esso, o primeiro pela cobertura da Copa do Mundo de futebol da Argentina (1978), como integrante da equipe de esportes do Jornal da Tarde, comandada pelo jornalista Vital Bataglia. O segundo em 1979, pela cobertura dos Jogos Pan-Americanos de Porto Rico, ao lado do jornalista Castilho de Andrade. Atuou nas Organizações Globo (1982-1984), como repórter da sucursal paulista do jornal O Globo e repórter e produtor das Rádios Globo e Excelsior, nas quais se tornou o redator do narrador Osmar Santos, na época em que este foi chamado de "O Locutor das Diretas". Na Rádio Excelsior (atual CBN) foi o produtor dos programas “Balancê” e “Partido do Esporte”. Em 1983 os dois programas foram agraciados com o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), como os melhores nas categorias variedades e esporte no rádio paulista. Foi editor e comentarista de tênis na TV Record, comentarista de futebol na Rádio Record. Editou cinco revistas especializadas em tênis, entre elas a Revista Tênis. Lançou e editou a Revista do Futebol. Dirigiu o departamento de imprensa da Secretaria Municipal de Esportes da Cidade de São Paulo (1997-1999). Foi editor chefe da edição brasileira da revista Four-Four-Two e coordenador de eventos do centenário do Santos Futebol Clube.

Sua estreia como escritor foi em 1989 ao lançar "A história do tênis feminino brasileiro" (SESC). A seguir vieram  “Oscar Schmidt, a biografia do maior ídolo do basquete brasileiro” (Best Seller, 1996); “Tigre, a força de uma marca” (Prêmio, 1997); “Dinheiro, é possível ser feliz sem ele” (Elevação, 2001); “Os bichos ensinam (Códex, 2005); “Heróis da América, a história completa dos Jogos Pan-Americanos” (Planeta, 2007); “Sonhos mais que possíveis” (Planeta, 2008); “O barqueiro de Paraty” (Mundo Editorial, 2008) e “Viva simples” (Novo Conceito, 2008). Mas sua maior produção literária abordar mesmo seu time de coração o Santos Futebol Clube: "Time dos sonhos, história completa do Santos F.C." (Códex, 2003); "Pedrinho escolheu um time" (Duna Dueto, 2007); "Donos da Terra, a história do primeiro título mundial do Santos" (Realejo, 2007); "Na Raça!: como o Santos se tornou o primeiro bicampeão mundial" (Realejo, 2008); "O grande jogo (Novo Século, 2009 - em parceria com Celso Unzelte); "Ser santista" e "O time do meu coração" (Leitura, 2009); "Dossiê unificação dos títulos brasileiros" (2011); "Santos: 100 anos, 100 jogos, 100 ídolos" (Gutenberg, 2012 - de novo com Celso Unzelte); "Agenda permanente do Centenário Santos FC" (Anotações com Arte, 2012); "Santos FC: 100 anos de futebol arte" (Magma Cultural, 2012); "Segundo tempo: de ídolo a mito" (Magma Cultural, 2014); "Santos F.C.: o maior espetáculo da Terra" (Onze Cultural, 2018, junto com Marcelo Lúcio Fernandes).

Curador do Museu Pelé, inaugurado em 2015. Também coordenou as áreas de História e Cultura do Santos F.C. e foi assessor de novos negócios do clube.

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