Em atendimento à legislação eleitoral, os demais conteúdos deste site ficarão
indisponíveis de 2 de julho de 2022 até o final da eleição estadual em São Paulo.

Imagem representativa do item

Bernardo Gonzales

Atuação
Goleiro(a)
Polivalente

Homem trans, professor e jogador de futebol amador. Formado em Ciências pela Universidade de São Paulo, atua em projetos de Educação Social com crianças e adolescentes. É colunista dos sites Ludopédio e Midia Ninja. Em 23 de junho de 2020, cedeu depoimento ao projeto do Museu do Futebol "Diversidade em Campo: Futebol LGBT+". Para conhecer mais, clique em "Referências".

Clubes e Federações

Quando Onde Atuação
T Mosqueteiros Goleiro(a)
2016-2018 Meninos Bons de Bola Polivalente
2019-? Madalenas Polivalente

Textos

Bernardo Gonzales é um homem trans que atua como professor de ciências em um projeto de educação social, jogador de futebol amador e ativista pelos direitos das pessoas trans. Escreve sobre suas experiências como atleta e ativista nos sites Ludopédio e Midia Ninja. Atuou no Meninos Bons de Bola, primeiro time de futebol de homens trans do Brasil. Joga no S.C. T Mosqueteiros, time LGBTQIAP+ de São Paulo.

Nascido na periferia de São Paulo em 23 de março de 1989, passou por muitas dificuldades na infância. Na infância, tomou gosto por esportes e aprendeu a jogar futebol pelos ensinamentos de seu professor de educação física aliado à sua vontade.

Bernardo conta que foi com a Copa de 1994 que descobriu que queria o futebol para a sua vida, o campeonato o fez sentir muita emoção. Ele relembra de toda a magia que envolvia o torcedor e as seleções, na época em que as ruas e os muros eram pintados e bandeiras expostas, causando uma comoção geral.

Aos 15 anos sofreu um atropelamento e quebrou o seu joelho, afastando-se do futebol. Durante a faculdade, tentou voltar a praticar o esporte, mas as questões de classe e raça o incomodavam, fazendo com que novamente se afastasse. Voltou a jogar bola somente no Meninos Bons de Bola, em 2016.

Ele ressalta a importância do futebol como espaço político, sobretudo por ser um esporte desenhado por homens brancos, cis gênero e de classe média. O esporte deve se configurar a fim de incluir a comunidade LGBTQIAP+.

Toda a vivencia e os estudos levaram o menino que torcia para o Corinthians na infância a torcer para times inclusivos.

Cedeu entrevista, em 12 de julho de 2022, ao projeto do Museu do Futebol "Diversidade em Campo: Futebol LGBTQIAP+".

Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support
Governo do Estado de SP