EXPOSIÇÃO VIRTUAL

Pacaembu, o estádio monumento

O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, no Pacaembu, em São Paulo, completou 80 anos em abril de 2020. Esta exposição virtual na plataforma Google Arts&Cultura relembra a história de sua construção. Pensado desde o início como uma praça esportiva com múltiplas funções – agregando também espaços para lazer e a cultura – o Pacaembu foi o maior estádio do Brasil até a inauguração do Maracanã, em 1950. Ele é também, desde 2011, a casa do Museu do Futebol.

Data
Desde abril de 2020

Acesso gratuito na plataforma Google Arts&Culture.

Por que uma exposição virtual?

Um aniversário de 80 anos é uma data importante e o Museu do Futebol planejava uma exposição especial para homenagear o Pacaembu. Mas com a eclosão da pandemia do novo coronavírus em março de 2020, as atividades culturais foram suspensas temporariamente em todo o Brasil. Para não deixar de homenagear o “Paca”, a equipe do Museu planejou uma exposição virtual para contar essa história desde que o estádio era apenas uma ideia.

Nos anos 1920, o futebol já era um fenômeno de massas e tanto a imprensa esportiva quanto os torcedores clamavam por um estádio para grandes jogos. De ideia à projeto, e do projeto à obra, muita coisa mudou na concepção do que seria o Pacaembu. E uma figura central para a ideia de que ele deveria ter múltiplas funções foi o escritor Mário de Andrade, então secretário municipal da Cultura.

Na exposição virtual, você verá as plantas originais e poderá comparar as modificações feitas ao longo do desenvolvimento do projeto. Verá também fotos antigas da construção e da inauguração do Estádio do Pacaembu, além de um vídeo da época.

Na verdade, seriam duas exposições...

Isso mesmo. No começo da pesquisa, a equipe do Museu do Futebol queria também contar a história do Pacaembu para além do futebol. Até 2005, o estádio foi o principal palco de megaeventos na cidade de São Paulo – de missa com o papa a shows de bandas internacionais. O plano era contar com contribuições do público, que nos enviaria fotos e histórias. Mas esquecemos de um pequeno detalhe: quando a era dos megaeventos acabou, a fotografia digital estava longe da popularidade que tem hoje. Celular com câmera ainda era uma relativa novidade, e pouca gente guardou negativos ou fotos de papel. A ideia acabou não indo adiante – por enquanto.

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